18 de agosto de 2009

REVIEW
Doomsday

Ano: 2008
Realizador: Neil Marshall
Actores: Rhona Mitra, Malcom McDowell

No futuro, um vírus mortal corrói a população da Escócia (não, não é a gripe A), obrigando um governo britânico com ares de totalitário a construir uma mega-muralha e a encerrar toda a gente lá dentro, doentes e sãos. Uma decisão deveras humanitária, convenhamos.

Obviamente, os primeiros minutos de filme (e, quiçá, os melhores) mostram o que um vírus pode fazer para destruir o tecido social em pouco tempo e transformar-nos a todos em bárbaros (ou quase) na busca pela sobrevivência.

O resto... é um argumento manhoso que se centra na busca de uma cura entre os sobreviventes do vírus, dentro da Escócia encerrada, onde basicamente o grande atractivo centra-se em ver a protagonista, uma Major do exército tesudona (Rhona Mitra), a arrastar aquele imponente e bem torneado cu pelo écran num fato bem justinho, enquanto despacha uns caramelos a velocidade de cruzeiro, misturando-se umas pitadas de Mad Max (onde uns carros velhos conseguem ser mais rápidos que um flamante Bentley Continental GT....) com uma gotas - irreais - de Braveheart.

O resultado final é desigual, não obstante as quantidades garrafais de sangue, mas serve para um bocado bem passado e para nos babarmos com o.... ehem... carisma da protagonista.


O melhor: Rhona Mitra, brutal.
O pior: A perseguição no final, absurda.
Classificação: 6

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